domingo, 19 de outubro de 2008

Confirmando uma das minhas teorias

Confirmando a minha teoria do post "Somewhere in Time"... . Cientistas descobrem um inesperado poder da música .
Mais de sete mil corredores de uma meia-maratona que ocorreu em Londres, no Reino Unido, no início de outubro, estavam sob o efeito de um poderoso estimulante para aumentar a performance: a música pop. Pesquisadores identificaram que algumas trilhas sonoras podem ser até mais poderosas e eficientes para o desempenho de atletas do que substâncias ilegais que são encontradas com freqüência em exames antidoping.
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Segundo Costas Karageorghis, consultor de psicologia do esporte da Universidade de Brunel, na Inglaterra, e autor da pesquisa, para avaliar os competidores, uma canção foi tocada eventualmente durante o percurso de 20 km por 17 vezes. Quando a intensidade física começa a diminuir é o momento em que os efeitos se tornam mais eficazes, de acordo com o especialista. Por isso, os participantes não escutaram a canção constantemente.
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Em entrevistas ao final da corrida, os competidores consideraram o procedimento muito divertido e inspirador. Apesar da forte chuva e do vento, Karageorghis identificou que a música traz uma motivação extra aos atletas, mesmo que alguns não esteja participando do evento de forma coesa. "A necessidade psicológica de obter algo satisfatório estimulou os competidores a criar um elo comum com a meia-maratona", considera.
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O pesquisador constatou ainda que a música também é uma ótima maneira de regular o humor, tanto antes como durante as atividades físicas. "Muitos atletas se apegam à música como se fosse uma droga lícita, utilizando-a como estimulante ou sedativo. A excitação também pode se reduzir no caso de se ouvir uma canção mais lenta", afirma.
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A relação com o desempenho atlético é apenas um exemplo dos avanços médicos que os cientistas buscam analisar para compreender melhor o incrível poder da música sobre a mente e o corpo. Eles acreditam que essa força é capaz de acabar com dores, reduzir o estresse e aumentar a capacidade cerebral das pessoas.
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Redução de estresse
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Cada vez mais profissionais da saúde, incluindo a pediatra Linda Fisher, do centro hospitalar da Universidade de Loyola, em Illinois, nos Estados Unidos, utilizam músicas terapêuticas para tratar pacientes em hospitais, hospícios e outras unidades hospitalares.
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Linda Fisher explica que as canções tocadas não necessariamente já são familiarizadas com os enfermos. "A música tem um poder de cicatrização capaz de colocar a pessoa em um estado de tranqüilidade, controlado pelo ritmo e qualidade dos tons que compõem a melodia", avalia.
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Estudos realizados no início da década de 1990, no Bryan Memorial Hospital, em Nebraska, e St. Mary's Hospital, no Wisconsin, concluíram que o hábito reduz significativamente a freqüência cardíaca e controla a pressão arterial e a velocidade respiratória de pacientes submetidos à cirurgias.
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Em 2007, uma pesquisa na Alemanha indicou que a musicoterapia ajudou a melhorar as habilidades motoras de pacientes que se recuperavam de acidentes vasculares cerebrais. Entre outros efeitos encontrados, o tratamento também pode impulsionar o sistema imunológico, melhorar o foco mental, ajudar a controlar a dor, criar uma sensação de bem-estar e reduzir a ansiedade de pacientes que aguardavam cirurgia.
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Em outro estudo recente da escola de enfermagem da Kaohsiung Medical University, em Taiwan, a musicoterapia reduziu a tensão psicológica de grávidas após uma avaliação com 236 mulheres. A pesquisadora Chen Chung-Ei informou que as grávidas apresentaram significativas reduções de estresse, ansiedade e depressão depois de ouviram diariamente durante 30 minutos CDs com músicas infantis, da natureza e de compositores como Beethoven e Debussy. Os resultados foram divulgados no jornal científico Journal of Clinical Nursing.
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Música e exercícios
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Costas Karageorghis explicou os efeitos da música quando se está praticando atividade física em um ginásio. Primeiro, ela reduz a percepção em cerca de 10% de como a pessoa está se saindo durante a baixa intensidade da atividade. No caso de alta atividade, a música não funciona tão bem porque o cérebro fez com que se preste atenção aos sinais de estresse fisiológico.
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Em segundo lugar, a música pode influenciar o humor, elevando potencialmente os seus aspectos positivos, como a energia, entusiasmo e felicidade, e reduzindo a depressão, tensão, fadiga, raiva e confusão.
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Em terceiro lugar, a música pode ser usada para definir o ritmo do indivíduo, como no caso do etíope Haile Gebrselassie, que escuta a canção tecno "Scatman" nas competições - o atleta conquistou o ouro nos 10 mil metros dos Jogos Olímpicos de Sidney, em 2000. O último efeito, segundo Karageorghis, é o de que a musicalidade pode superar o cansaço e controlar a emoção durante uma competição.
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Redação Terra

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Eu ainda acredito!!!

Parace que eu estava prevendo...O último post "Não tá morto quem peleia" serve como uma luva para a atual situação do Grêmio.
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Que digam que estamos com os dias contados, pois isso só nos fortalece e nos faz acreditar que é possível, sim!
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Quem vivenciou a Batalha dos Aflitos e tantas outras atuações heróicas sabe do que somos capazes.
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Não subestimem o Grêmio! Não duvidem da raça!
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Nos tiram pontos, nos privam de jogadores, mas jamais vão conseguir nos arrancar a esperança!

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Não tá morto quem peleia!

Dá para ficar horas filosofando em cima disso...
Da próxima vez que perguntarem se você é um homem ou um rato...pense bem no que vai responder.
Um pequeno rato foi jogado em uma gaiola para alimentar uma cobra, mas reverteu a situação e matou a serpente. O fato, ocorrido em Taiwan, foi divulgado nesta quarta pelo diário online Ananova.
Bombeiros da cidade de Nantou jogaram o rato na gaiola da cobra de 35 centímetros para alimentá-la, mas foram surpreendidos pela agressividade com que ele reagiu ao ver seu predador. "Ele atacou a cobra sem parar, mordendo-a e arranhando-a", disse o porta-voz do Corpo de Bombeiros. Depois de aproximadamente 30 minutos de luta, a serpente estava morta e o rato, sem um arranhão.

O Grêmio é TRI!

Adoro quando eles me dão essas alegrias.

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

SOMEWHERE IN TIME

Alguém aqui já viu aquele filme "Em Algum Lugar do Passado"? Para quem não viu, é com o antigo (e p/ mim será sempre único) Superman, Christopher Reeve. Resumindo: o cara se apaixona por uma mulher num retrato de 1900 e sei lá eu quando e resolve que quer voltar no tempo para encontrar a dita cuja. (óoooqueiiii). Então ele conversa com um professor dele que dizia que era possível se a pessoa tivesse ao seu redor somente objetos e o mesmo contexto da época que queria "ir". Ele faz isso, com as roupas, moedas, móveis...e fica repetindo..."estou em 1900...etc."
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"Algo só é impossível até que alguém duvida e acaba provando o contrário". Acho que foi o Einstein que disse isso. Acho que tinha propriedade para dizer tal coisa. Hehehe. Ás vezes, eu acho que volto por um segundo, quando sinto algum perfume ou ouço alguma música de determinada época. O nosso cérebro é mesmo fantástico!
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Bom, estou falando isso, pois decidi que o meu projeto pessoal agora é a "nova antiga eu". Tá certo, preciso trabalhar mais no nome da coisa. Mas, basicamente, quero voltar a ter o corpo que tinha em 94. (Einstein, Einstein...)
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Para não perder o foco, achei em um site uma lista das 100 melhores músicas dance dos anos 90 (Ok, ok! Eu sou velha e magal), quem sabe não consigo voltar no tempo, pelo menos em pensamento. http://digitaldreamdoor.nutsie.com/pages/best_dance-90s.html
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Falei no filme, porque, sempre surgem pensamentos pecaminosos para sabotar a minha hora de esteira, portanto vou seguir o exemplo do nosso amigo Superman para ver se consigo virar a Mulher Maravilha.

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

A fé move montanhas

Nunca tire a esperança de alguém, pode ser a única coisa que lhe resta... Eu ainda acredito no Grêmio! Bom final de semana!